
— Internação Clínica - Voluntária ou Involuntária
Cada internação começa com uma avaliação individual, não um protocolo padrão.
Anamnese de enfermagem e avaliação psiquiátrica no tratamento. O plano de cuidados é construído a partir do histórico real do paciente — neurobiológico, clínico e psicossocial.
Critérios de Internação
Quando a internação é indicada
A internação é indicada quando o risco clínico ou a instabilidade neurobiológica exige supervisão contínua — síndrome de abstinência grave, comorbidades psiquiátricas ativas, ou falha documentada em tratamento ambulatorial.
Abstinência com risco clínico
Transtorno psiquiátrico associado
Ambiente externo de alto risco
Tremores, convulsões, delirium tremens ou sinais vitais instáveis exigem monitoramento médico ininterrupto durante a desintoxicação.
Depressão grave, psicose ou risco de autolesão simultâneos ao uso de substâncias requerem ambiente controlado para estabilização paralela.
Quando o contexto doméstico ou social impede qualquer continuidade terapêutica, o afastamento controlado é parte do tratamento, não um recurso punitivo.


Monitoramento contínuo, ajuste constante
A equipe de enfermagem registra sinais vitais em intervalos definidos. O psiquiatra revisa e ajusta a medicação conforme a resposta neurobiológica do paciente — fissura, humor, sono, pressão arterial.
Simultaneamente, o psicólogo e o terapeuta iniciam acolhimento e avaliação. Psiquiatria e suporte psicossocial atuam em paralelo desde o primeiro dia — não em fases sequenciais.
A estrutura residencial garante estabilidade clínica sem isolar o paciente: grupos terapêuticos, consultas individuais e acompanhamento de enfermagem compõem cada dia de internação.
A avaliação de admissão é o primeiro ato clínico.
Não há triagem por telefone que substitua uma anamnese real. Entre em contato para agendar a avaliação inicial com nossa equipe clínica.
